CONCLUSÃO
No decorrer deste livro, ficou constatada a existência de uma forte tradição que influencia a compreensão de 1Samuel 28. Essa tradição, em parte alimentada pelo medo daquilo que os espíritas vão pensar e dizer, faz com que as pessoas sejam virtualmente capazes de inventar qualquer argumento para tentar negar que Samuel apareceu. Sem dúvida, tal postura acaba impedindo que esse texto fale por si mesmo, fazendo surgir interpretações distorcidas, parciais e equivocadas de 1Samuel 28 e de outros textos bíblicos.
Como os leitores puderam ver, a interpretação que defende que “Samuel” apareceu sempre foi adotada pelo povo de Deus, desde os dias do AT até os nossos dias, não sendo nenhuma novidade ou heresia importada do paganismo. Essa forma de entender 1Samuel 28 apóia-se numa exegese sólida, imparcial, coerente com o ensino geral da Bíblia e profundamente enraizada naquilo que está escrito nesse texto. Isso é o que chamamos de “autêntica exegese bíblica”, pois ela é construída somente a partir daquilo que está escrito no texto. Nesse tipo de exegese, o intérprete deixa o texto bíblico falar por si mesmo, em vez de contaminá-lo com suas idéias particulares, denominacionais e teológicas. Essa interpretação de 1Samuel 28 harmoniza-se perfeitamente com aquilo que as Escrituras ensinam sobre temas como “o estado intermediário e o funcionamento do Sheol”, “a impossibilidade de comunicação entre vivos e mortos”, “a proibição da necromancia”, “a soberania e onipotência divinas”, “a inspiração divina da Bíblia”, etc.
Entretanto, será que podemos dizer o mesmo acerca da interpretação que diz que um “demônio” apareceu? Podemos classificá-la como uma “autêntica exegese bíblica”? Ora, é evidente que não, haja vista que não está escrito em lugar algum de 1Samuel 28 que um “demônio” apareceu e enganou Saul. Como que uma autêntica exegese das declarações: “Vendo a mulher a Samuel” (v. 12) e “Samuel disse...” (vs. 15, 16, 20) pode levar a uma conclusão completamente oposta do que está escrito? Ou seja, que a mulher não viu Samuel, e que não foi Samuel quem se comunicou com Saul? Tal conclusão é completamente absurda e irracional. Uma genuína exegese bíblica, feita a partir daquilo que está escrito nessas declarações, só pode nos levar, obviamente, a uma conclusão: que aquela mulher verdadeiramente viu “Samuel”, e que foi “Samuel” quem se comunicou com Saul. Qualquer exegese dessas declarações, que conduza a uma conclusão diferente, pode ser chamada de qualquer coisa, menos de “autêntica exegese bíblica”.
Além disso, todos os argumentos a favor da aparição de um demônio foram cabalmente refutados. Todos eles foram imparcialmente apresentados, analisados e receberam sua devida contestação, revelando-se totalmente falhos e indefensáveis. Esses argumentos não passam de uma leitura precipitada, incoerente, seletiva e distorcida de 1Samuel 28 e de outros textos bíblicos. Isso explica por que uma análise mais atenta e detalhada logo revelou a fragilidade de cada um deles. Para refutá-los, só tivemos que deixar o texto de 1Samuel 28
falar por si mesmo, naturalmente, sem querer forçá-lo a dizer aquilo que ele não diz.
Talvez os leitores não tenham percebido, mas os argumentos usados para apoiar que um demônio apareceu funcionam como uma espécie de “chave interpretativa” de 1Samuel 28, a única ferramenta capaz de extrair a “verdadeira” interpretação desse texto. Sem essa chave, um leitor comum, por mais piedoso e esforçado que seja, jamais conseguirá decifrar os “mistérios” escondidos por detrás de cada palavra criptografada de 1Samuel 28. Mesmo que leia milhares de vezes as declarações: “Vendo a mulher a Samuel” (v. 12) e “Samuel disse...” (vs. 15, 16, 20), ainda assim esse leitor ficará em eterna ignorância quanto à “real” identidade daquele ser que apareceu em En-Dor.
Todavia, será que vale a pena pagar um preço tão alto assim para tentar construir um argumento a partir de algo que não está escrito, de forma alguma, no texto sagrado? Compensa trilhar esse caminho tortuoso e escorregadio e inventar argumentos para tentar contradizer algo que é dito tão claramente no texto? Se 1Samuel 28 ensina claramente que um “demônio” apareceu em En- Dor, então por que os defensores dessa posição precisam fazer um esforço sobre- humano (porém frustrado) para tentar provar que esse texto ensina isso? Se foi mesmo um “demônio” que apareceu, então por que não deixam esse texto dizer isso naturalmente, sem precisar distorcê-lo e tratá-lo com seletividade tão grande? Se 1Samuel 28 ensina claramente que um “demônio” apareceu e falou com Saul, então por que as pessoas precisam percorrer labirintos interpretativos incríveis, fazendo raciocínios ilógicos, parciais e falhos para tentar provar que esse texto ensina isso?
Por mais irônico e surpreendente que possa parecer, todo esse sacrifício para defender que um “demônio” apareceu acaba servindo mesmo para provar que esse ponto de vista é o mais absurdo e o mais improvável de ser o correto. Como assim? Ora, se essa interpretação fosse a mais sensata e a mais provável de ser a correta, então esperaríamos que estivesse escrito em 1Samuel 28, de forma clara e repetida, que um “demônio” aparecera e enganara Saul. Afinal, não é necessário esforço algum para provar o óbvio!
Porém, o que o texto de 1Samuel 28 diz de forma clara e repetida, sem exigir qualquer esforço do leitor para compreendê-lo? Resposta: que “Samuel” apareceu e conversou com Saul. Logo, esse é, sem dúvida, o ponto de vista mais sensato e mais provável de ser o correto. Quem acredita que Samuel apareceu não precisa fazer esforço algum para provar esse ponto de vista, pois o texto de 1Samuel 28 ensina isso de forma óbvia!
Assim, a interpretação que diz que um “demônio” apareceu conduz a uma situação bastante contraditória. Qual? Quanto maior o esforço e o número de argumentos distorcidos e defeituosos usados para contradizer aquilo que está escrito claramente em 1Samuel 28, maior é a certeza de que “Samuel” apareceu e de que essa interpretação é inadequada, equivocada e anormal. Quanto mais as pessoas insistem em negar aquilo que está escrito clara, repetida e objetivamente em 1Samuel 28, mais problemas insolúveis elas criam para si mesmas na área da exegese bíblica. Quanto maior o sacrifício para provar que um “demônio” apareceu, maior é a certeza de que foi “Samuel” quem apareceu.
Entretanto, quanto maior a naturalidade com a qual aceitamos aquilo que está escrito em 1Samuel 28, sem precisarmos usar argumentos seletivos, distorcidos e falhos em nossa interpretação, maior é a certeza de que foi “Samuel” quem apareceu. Quanto mais deixamos o texto de 1Samuel 28 falar por si mesmo, sem contagiá-lo com nossos pressupostos, mais evidente fica que “Samuel”, e não um ”demônio”, apareceu em En-Dor. Aceitar que foi o falecido Samuel quem apareceu não traz dificuldade alguma para o intérprete das Escrituras, pois é justamente isso o que o texto sagrado está dizendo abertamente. A Bíblia está totalmente a favor dessa posição, mas totalmente contra a idéia de que um demônio apareceu.
Enfim, todo esse sacrifício e suor derramado para provar que um “demônio” apareceu é inútil e autodestrutivo. No final, só serve para confirmar, ainda mais, uma verdade que vem sendo exposta desde o início deste livro: que somente uma interpretação de 1Samuel 28 totalmente incoerente, seletiva, distorcida, anormal, apoiada em argumentos extrabíblicos e que sacrifica a inspiração divina da Bíblia pode levar alguém a acreditar que um “demônio” apareceu e conversou com Saul. É lamentável que essa “tradição da maioria” seja tão forte, intimidativa e envolvente para impedir que as pessoas enxerguem essa falha tão clara e fatal em sua abordagem de 1Samuel 28.
A análise dos trechos que tratam da identificação (28.12-14) e das palavras ditas por aquele ser espiritual (28.15-20) não deixa dúvida: o ser que aquela necromante viu era o falecido “Samuel”, e foi esse profeta quem conversou com Saul. Cem por cento da argumentação deste livro, a favor da aparição de Samuel, apóia-se nas declarações: “Vendo a mulher a Samuel” (v. 12) e “Samuel disse a Saul...” (vs. 15, 16, 20), que se encontram na terceira pessoa. Tais declarações, que são o parecer inerrante, infalível do narrador inspirado, constituem-se na prova cabal a favor do aparecimento de Samuel.
Sinceramente, só conseguiríamos negar que Samuel apareceu e conversou com Saul se fizéssemos uma interpretação de 1Samuel 28 completamente incoerente, parcial, distorcida e que considerasse argumentos extrabíblicos mais importantes que aquilo que está escrito na Bíblia. E o pior de tudo: teríamos que negar a inspiração divina da Bíblia, passando a considerá-la um livro como outro qualquer, cujos escritores, quando narram na terceira pessoa, podem estar apenas expressando pontos de vista equivocados de homens, que não têm absolutamente nada a ver com aquilo que realmente aconteceu. Em outras palavras, a Bíblia não passaria de uma obra repleta de lendas, mentiras e erros. Longe de nós tratarmos o Livro dos livros dessa maneira!
No decorrer deste livro, ficou constatada a existência de uma forte tradição que influencia a compreensão de 1Samuel 28. Essa tradição, em parte alimentada pelo medo daquilo que os espíritas vão pensar e dizer, faz com que as pessoas sejam virtualmente capazes de inventar qualquer argumento para tentar negar que Samuel apareceu. Sem dúvida, tal postura acaba impedindo que esse texto fale por si mesmo, fazendo surgir interpretações distorcidas, parciais e equivocadas de 1Samuel 28 e de outros textos bíblicos.
Como os leitores puderam ver, a interpretação que defende que “Samuel” apareceu sempre foi adotada pelo povo de Deus, desde os dias do AT até os nossos dias, não sendo nenhuma novidade ou heresia importada do paganismo. Essa forma de entender 1Samuel 28 apóia-se numa exegese sólida, imparcial, coerente com o ensino geral da Bíblia e profundamente enraizada naquilo que está escrito nesse texto. Isso é o que chamamos de “autêntica exegese bíblica”, pois ela é construída somente a partir daquilo que está escrito no texto. Nesse tipo de exegese, o intérprete deixa o texto bíblico falar por si mesmo, em vez de contaminá-lo com suas idéias particulares, denominacionais e teológicas. Essa interpretação de 1Samuel 28 harmoniza-se perfeitamente com aquilo que as Escrituras ensinam sobre temas como “o estado intermediário e o funcionamento do Sheol”, “a impossibilidade de comunicação entre vivos e mortos”, “a proibição da necromancia”, “a soberania e onipotência divinas”, “a inspiração divina da Bíblia”, etc.
Entretanto, será que podemos dizer o mesmo acerca da interpretação que diz que um “demônio” apareceu? Podemos classificá-la como uma “autêntica exegese bíblica”? Ora, é evidente que não, haja vista que não está escrito em lugar algum de 1Samuel 28 que um “demônio” apareceu e enganou Saul. Como que uma autêntica exegese das declarações: “Vendo a mulher a Samuel” (v. 12) e “Samuel disse...” (vs. 15, 16, 20) pode levar a uma conclusão completamente oposta do que está escrito? Ou seja, que a mulher não viu Samuel, e que não foi Samuel quem se comunicou com Saul? Tal conclusão é completamente absurda e irracional. Uma genuína exegese bíblica, feita a partir daquilo que está escrito nessas declarações, só pode nos levar, obviamente, a uma conclusão: que aquela mulher verdadeiramente viu “Samuel”, e que foi “Samuel” quem se comunicou com Saul. Qualquer exegese dessas declarações, que conduza a uma conclusão diferente, pode ser chamada de qualquer coisa, menos de “autêntica exegese bíblica”.
Além disso, todos os argumentos a favor da aparição de um demônio foram cabalmente refutados. Todos eles foram imparcialmente apresentados, analisados e receberam sua devida contestação, revelando-se totalmente falhos e indefensáveis. Esses argumentos não passam de uma leitura precipitada, incoerente, seletiva e distorcida de 1Samuel 28 e de outros textos bíblicos. Isso explica por que uma análise mais atenta e detalhada logo revelou a fragilidade de cada um deles. Para refutá-los, só tivemos que deixar o texto de 1Samuel 28
falar por si mesmo, naturalmente, sem querer forçá-lo a dizer aquilo que ele não diz.
Talvez os leitores não tenham percebido, mas os argumentos usados para apoiar que um demônio apareceu funcionam como uma espécie de “chave interpretativa” de 1Samuel 28, a única ferramenta capaz de extrair a “verdadeira” interpretação desse texto. Sem essa chave, um leitor comum, por mais piedoso e esforçado que seja, jamais conseguirá decifrar os “mistérios” escondidos por detrás de cada palavra criptografada de 1Samuel 28. Mesmo que leia milhares de vezes as declarações: “Vendo a mulher a Samuel” (v. 12) e “Samuel disse...” (vs. 15, 16, 20), ainda assim esse leitor ficará em eterna ignorância quanto à “real” identidade daquele ser que apareceu em En-Dor.
Todavia, será que vale a pena pagar um preço tão alto assim para tentar construir um argumento a partir de algo que não está escrito, de forma alguma, no texto sagrado? Compensa trilhar esse caminho tortuoso e escorregadio e inventar argumentos para tentar contradizer algo que é dito tão claramente no texto? Se 1Samuel 28 ensina claramente que um “demônio” apareceu em En- Dor, então por que os defensores dessa posição precisam fazer um esforço sobre- humano (porém frustrado) para tentar provar que esse texto ensina isso? Se foi mesmo um “demônio” que apareceu, então por que não deixam esse texto dizer isso naturalmente, sem precisar distorcê-lo e tratá-lo com seletividade tão grande? Se 1Samuel 28 ensina claramente que um “demônio” apareceu e falou com Saul, então por que as pessoas precisam percorrer labirintos interpretativos incríveis, fazendo raciocínios ilógicos, parciais e falhos para tentar provar que esse texto ensina isso?
Por mais irônico e surpreendente que possa parecer, todo esse sacrifício para defender que um “demônio” apareceu acaba servindo mesmo para provar que esse ponto de vista é o mais absurdo e o mais improvável de ser o correto. Como assim? Ora, se essa interpretação fosse a mais sensata e a mais provável de ser a correta, então esperaríamos que estivesse escrito em 1Samuel 28, de forma clara e repetida, que um “demônio” aparecera e enganara Saul. Afinal, não é necessário esforço algum para provar o óbvio!
Porém, o que o texto de 1Samuel 28 diz de forma clara e repetida, sem exigir qualquer esforço do leitor para compreendê-lo? Resposta: que “Samuel” apareceu e conversou com Saul. Logo, esse é, sem dúvida, o ponto de vista mais sensato e mais provável de ser o correto. Quem acredita que Samuel apareceu não precisa fazer esforço algum para provar esse ponto de vista, pois o texto de 1Samuel 28 ensina isso de forma óbvia!
Assim, a interpretação que diz que um “demônio” apareceu conduz a uma situação bastante contraditória. Qual? Quanto maior o esforço e o número de argumentos distorcidos e defeituosos usados para contradizer aquilo que está escrito claramente em 1Samuel 28, maior é a certeza de que “Samuel” apareceu e de que essa interpretação é inadequada, equivocada e anormal. Quanto mais as pessoas insistem em negar aquilo que está escrito clara, repetida e objetivamente em 1Samuel 28, mais problemas insolúveis elas criam para si mesmas na área da exegese bíblica. Quanto maior o sacrifício para provar que um “demônio” apareceu, maior é a certeza de que foi “Samuel” quem apareceu.
Entretanto, quanto maior a naturalidade com a qual aceitamos aquilo que está escrito em 1Samuel 28, sem precisarmos usar argumentos seletivos, distorcidos e falhos em nossa interpretação, maior é a certeza de que foi “Samuel” quem apareceu. Quanto mais deixamos o texto de 1Samuel 28 falar por si mesmo, sem contagiá-lo com nossos pressupostos, mais evidente fica que “Samuel”, e não um ”demônio”, apareceu em En-Dor. Aceitar que foi o falecido Samuel quem apareceu não traz dificuldade alguma para o intérprete das Escrituras, pois é justamente isso o que o texto sagrado está dizendo abertamente. A Bíblia está totalmente a favor dessa posição, mas totalmente contra a idéia de que um demônio apareceu.
Enfim, todo esse sacrifício e suor derramado para provar que um “demônio” apareceu é inútil e autodestrutivo. No final, só serve para confirmar, ainda mais, uma verdade que vem sendo exposta desde o início deste livro: que somente uma interpretação de 1Samuel 28 totalmente incoerente, seletiva, distorcida, anormal, apoiada em argumentos extrabíblicos e que sacrifica a inspiração divina da Bíblia pode levar alguém a acreditar que um “demônio” apareceu e conversou com Saul. É lamentável que essa “tradição da maioria” seja tão forte, intimidativa e envolvente para impedir que as pessoas enxerguem essa falha tão clara e fatal em sua abordagem de 1Samuel 28.
A análise dos trechos que tratam da identificação (28.12-14) e das palavras ditas por aquele ser espiritual (28.15-20) não deixa dúvida: o ser que aquela necromante viu era o falecido “Samuel”, e foi esse profeta quem conversou com Saul. Cem por cento da argumentação deste livro, a favor da aparição de Samuel, apóia-se nas declarações: “Vendo a mulher a Samuel” (v. 12) e “Samuel disse a Saul...” (vs. 15, 16, 20), que se encontram na terceira pessoa. Tais declarações, que são o parecer inerrante, infalível do narrador inspirado, constituem-se na prova cabal a favor do aparecimento de Samuel.
Sinceramente, só conseguiríamos negar que Samuel apareceu e conversou com Saul se fizéssemos uma interpretação de 1Samuel 28 completamente incoerente, parcial, distorcida e que considerasse argumentos extrabíblicos mais importantes que aquilo que está escrito na Bíblia. E o pior de tudo: teríamos que negar a inspiração divina da Bíblia, passando a considerá-la um livro como outro qualquer, cujos escritores, quando narram na terceira pessoa, podem estar apenas expressando pontos de vista equivocados de homens, que não têm absolutamente nada a ver com aquilo que realmente aconteceu. Em outras palavras, a Bíblia não passaria de uma obra repleta de lendas, mentiras e erros. Longe de nós tratarmos o Livro dos livros dessa maneira!
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