A NEGAÇÃO DA HISTORICIDADE DA QUEDA NO ÉDEN - Héber Carlos de Campos

A distinção mais elaborada entre o que é história e o que não é, entre o que é realidade e o que é mito (fábula, saga etc.) é relativamente recente. Por séculos as religiões teístas (cristianismo, judaísmo e islamismo) têm sustentado a historicidade de Adão e Eva. Eles realmente foram personagens que viveram neste mundo na aurora da história. No entanto, alguns ventos teológicos começaram a soprar de modo contrário à ortodoxia teológica, especialmente dentro do cristianismo histórico. Os registros de eventos até então considerados histó- rico-sobrenaturais foram caracterizados, pelos defensores da teologia liberal do século 19, como não-históricos, mas sim míticos, não mais devendo ser levados a sério numa época de desenvolvimento científico(37)

. Eles eram supérfluos numa era moderna do cientificismo. A criação e a queda entraram na conta das histórias com caráter sobrenatural. Logo, elas não podiam ser consideradas como históricas na teologia liberal. Todos os que negam a historicidade da criação consistentemente também têm que negar a historicidade da entrada do pecado no mundo. Além disso, se negam a historicidade da queda, têm também que negar a historicidade de Cristo e de sua obra redentora. No entanto, entre os cristãos que creem na revelação especial de Deus, a historicidade tanto da criação como da queda e da redenção são um fato inegável. 

Os que negam a historicidade da criação e da queda geralmente estão entre os que defendem as narrativas do Gênesis como mito, saga, lenda, alegoria e ilusão. Reconheço que não é fácil fazer uma distinção clara entre os termos. “É muito difícil listar as diferenças entre mitos, lendas e fá­ bulas. Na verdade, é frequentemente mais fácil dizer o que eles têm em comum do que dizer o que os faz diferentes um do outro.”(38)
0 A grande dificuldade é ver como a história está baseada num evento real, mas não é o real evento histórico.

1. A afirmação da queda como saga O que é uma saga?

 Em que uma saga difere do mito? Uma saga “é uma longa história de aventura ou de um ato heroico”, enquanto um mito pode significar “uma narrativa fictícia usualmente envolvendo pessoas, ações ou eventos sobrenaturais”.(39) Alguns teólogos na história da igreja cristã, especialmente os da neo-ortodoxia do século 20, tém negado a historicidade da queda. Karl Barth, o grande expoente da teologia neo-ortodoxa, negou a real historicidade da queda. Ele afirmou categoricamente que a queda é uma “saga”.

 Escrevendo a uma sobrinha, Barth disse sobre a queda no Éden:

" A história da criação é um testemunho para o começo ou para o tomar-se de toda realidade distinta de Deus à luz dos atos e palavras posteriores de Deus com relação a seu povo Israel—naturalmente na forma de lama saga ou poema".(40)

 O que Barth queria dizer ã sua sobrinha é que as coisas relacionadas ã criação e ã queda são coisas não verificáveis historicamente, não podendo pertencer ao reino das coisas observáveis. Elas são saga e, portanto, não podem ter existido no tempo e no espaço.
 Barth preferiu o termo saga ao mito (que era o termo mais usado em sua época)

" porque o termo mito ainda sugeria, talvez, alguma conexão com a história, por mais nebuloso que ele possa ser; e ele queria enfatizar que Adão não deve ser visto como uma pessoa histórica, mas, antes, como um símbolo que permanece para cada pessoa que viveu. Barth disse que “todos nós somos Adão”, o que simplesmente significa que nós todos somos pecadores.(41)

 Barth rejeitou a tese da historicidade dos atos divinos porque cria que os eventos reveladores de Deus não podiam ser historicamente verificáveis. Todos eles acontecem numa esfera que o homem não pode detectar cientificamente. As ações do Éden estão recheadas das ações divinas da forma como creem os cristãos da ortodoxia. Barth reagiu ã crença ortodoxa da realidade histórica das ações de Deus porque estas não podem nunca estar sujeitas ã análise dos métodos científicos de investigação. 

KarI Barth argumentou em favor de uma interpretação existencial da narrativa sobre Adão e Eva no jardim. Ele afirmava que os eventos do Gênesis devem ser entendidos como saga, não como história.(42)

Falando sobre a historicidade dos eventos do Éden, Barth diz:

"Nós perdemos a coisa sem precedente e incomparável de que as passagens de Gênesis nos dizem da vinda à existência de Adão se tentamos ler e entendê-la como história, relacionando-a favoravelmente ou não à paleontologia científica [...] A saga como uma forma de narrativa histórica ê um gênero à parte [...] ê a forma que, usando intuição e imaginação, tem que começar a narrativa histórica no ponto onde os eventos não mais são suscetíveis de prova histórica."(43)

 A queda ocorrida no jardim descreveria um evento que acontece a cada pessoa neste mundo, pois a queda não teria uma real conotação histórica. “Adão é, assim, um símbolo existencial para cada pessoa, e a queda, uma saga da morte existencial e pecaminosa de todas as pessoas.(44)

 Como consequência, Karl Barth repudiou a doutrina histórica do pecado original com uma corrupção hereditária. O ser humano não nasceria pecador como consequência do pecado de Adão. “O pecado original não ê uma doença passada de uma pessoa para outra, mas, antes, é o abandono radical e cheio de orgulho da vontade de Deus por parte de toda pessoa.”"(45)

 Quem nega a historicidade da queda tem que negar a historicidade e a realidade da transmissão do pecado, da forma como ela é apresentada pela doutrina histórica do pecado. Barth negou que Adão era uma pessoa histórica e, portanto, negou a historicidade da queda. A consequência dessa negação é que o pecado que existe no homem é parte da sua constituição. Ser humano significa ser pecador. Na verdade, para Barth, o problema do homem não é a queda, mas o fato de ele ser finito. Logo, a queda veio apenas complicar o problema já existente e essencial do homem, que é a sua finitude. Se isto é assim, então pode ser considerada a frase popular de que “errar é humano”. Se o pecado é parte da essência humana, então não é possível que um dia o homem venha a viver sem pecar, porque a finitude é parte essencial dele para sempre. “Se Adão é meramente um símbolo que significa a verdade a respeito de nós, então talvez Cristo seja meramente um outro símbolo que significa uma outra verdade a respeito de nós.”"^*" Se a narrativa do Gênesis é uma saga (e esta é a conclusão lógica a que Barth chega em sua negação da historicidade do Éden e da queda), o pecado é praticamente parte da essência humana, ou, como disse Strimple a respeito de Barth, o pecado na teologia de Barth é pecado “embutido”e acompanha o homem para sempre. Esta ê a consequência lógica a que o pensamento de Barth conduz. O raciocínio de Strimple está correto: “Se a historicidade de Adão é considerada irrelevante para nós, por que, então, não deveria a historicidade do segundo Adão ser irrelevante também para nós?”(48) No entanto, a fé cristã histórica afirma a historicidade tanto da pessoa de Adão como da sua queda. Tanto a criação como a queda tém a ver com um lugar histórico chamado jardim do Éden. 

2. A afirmação da queda como lenda

 Existem aqueles que veem as narrativas do jardim de Deus e da queda do homem no Éden como lenda. Mito não é exatamente a mesma coisa que lenda. Algumas vezes o mito é vagamente baseado num evento real, e, mais frequentemente que não, é uma história que foi criada para ensinar pessoas a respeito de algo muito importante e significativo."^'^ O que ê lenda? “O que chamamos lendas são geralmente histórias que têm um real evento ou pessoa histórica como ponto de partida.”^“ Diferentemente das lendas, “os mitos são algumas vezes baseados em lendas, mas são alterados de um modo que os torna úteis para ensinar pessoas como se portar ou para dar uma explicação do mundo ao redor. A definição de lenda, a seguir, é muito genérica e não tem em vista especificamente questões teológicas, mas nos ajuda a ver como um evento (ou pessoa) pode se tornar uma lenda. A lenda usualmente está baseada num evento verdadeiro no passado.

 Contudo, a história pode ter mudado com o tempo em alguns aspectos míticos especiais. As lendas usualmente possuem um herói real no centro da história, e eles são frequentemente colocados em lugares fantásticos. A história teria sido transmitida de uma pessoa a outra, algumas vezes por um período muito longo de tempo. O fato de que tantas pessoas têm tido dificuldade em manter a história viva usualmente diz a você que ela tem algum significado muito importante para a cultura ou região em que a história foi primeiramente contada. Os personagens do Éden, Adão e Eva, são criaturas lendárias na conta de várias pessoas. Eles não passam de personagens que a cultura veio a assimilar e transmitir de modo que muitas coisas ditas sobre eles foram posteriormente acrescentadas pela tradição oral. Como tais pessoas não creem na fidedignidade das Escrituras, elas conseguem ver criaturas lendárias nas histórias do Gênesis. Por isso, para alguns teólogos liberais, Adão e Eva foram personagens lendários e míticos que viveram num lugar também mítico e lendário, que é o Éden. Assim como Robin Hood e Davy Crockett fazem parte do catálogo lendário dos ingleses e americanos; como Caruso e Pavarotti fazem parte do lendário italiano da música, assim Adão e Eva e seus feitos no Éden são lendas que podem ou não ter sido verdadeiras e reais. De qualquer forma, eles foram importantes para o pensamento que veio a se formar na cultura judaico-cristã. É importante lembrar que uma lenda pode ser verdadeira ou não. Nesse caso, a importância não está na veracidade da personagem, mas no impacto que ela causa na história humana.

3. A afirmação da queda como uma alegoria

 Geralmente, os escritores usam a alegoria para ilustrar significados abstratos por meio de imagens concretas. Frequentemente, os personagens do Éden alegoricamente personificam alguma qualidade abstrata. Os personagens do Éden não foram pessoas reais, mas figuras concretas usadas para descrever ideias abstratas. Uma alegoria usa figuras para personificar os diferentes aspectos da psique humana. O jardim do Éden, Adão e Eva são personagens concretos que ilustram conceitos abstratos que o autor de Gênesis quis transmitir.

 “A Bíblia encobre em sua história da marcha do homem da inocência para a ignorância uma medida de sofisticação e entendimento.“(53)O que está afirmado no livro de Gênesis na forma de alegoria pode ser reduzido a ideias. Essas ideias podem ser trabalhadas pela orientação de leis mentais.”

Adão é o primeiro movimento da mente em seu contato com a vida e a substância. Ele representa o homem genérico, ou toda a raça humana epitomada na ideia de um único indivíduo; com Adão, houve uma consciência harmoniosa criada. Adão, no jardim do Éden, é simbólico dessa consciência. Eva, por sua vez, é amor, ou sentimento, em consciência individual. O sentimento é o Espírito que desperta. A mulher simboliza a região da alma do homem, é o princípio materno de Deus em expressão. Esse sentimento ê a essência de pura vida de Deus.

 O Éden é o estado de consciência agradável, harmonioso e produtivo em que estão todas as possibilidades de crescimento. Quando o homem está expressando harmonia com a mente divina, produzindo as qualidades do ser na ordem divina, ele mora no Éden, ou num estado de bem-aventurança num corpo harmonioso. O “jardim” simboliza o corpo espiritual em que o homem habita quando ele produz seus pensamentos à moda das ideias divinas originais. Esse jardim é a substância de Deus ou o estado de relação perfeita de ideias ao ser. O jardim do Éden é a consciência divina.

 Consequentemente, a queda também é \mia alegoria de uma realidade terrível que veio sobre o homem. Em sua cria­ ção original, Adão estava em üuminação espiritual. Então ele se apropriou de crenças sobre dois poderes: Deus e não-Deus, ou o bem e o mal. O resultado, conforme a alegoria relata, foi que ele caiu da vida espiritual e de tudo o que ela envolve.

Portanto, para os que interpretam Gênesis 3 como alegoria, as histórias da criação, ou seja, a noção de Adão, de Eva, do Éden e do jardim, nunca aconteceram realmente. Alguns liberais entendem as narrativas de Gênesis 3 como “o desenvolvimento de um senso moral e o consequente surgimento do proto-humano para os plenamente humanos”.(60) O texto de Gênesis serve apenas para ilustrar o que ocorreu no desenvolvimento de milhões de anos até que os humanos viessem a ser o que hoje são. O que o texto quer ensinar é a evolução não somente da espécie humana, mas de um senso moral que não existia quando os homens viveram num estágio pré-humano.

 4. A afirmação da queda como ilusão Outra visão crítica da teologia cristã histórica é a do Éden como ilusão. Para o defensor desse pensamento, há algumas coisas que desaconselham a visão que o cristianismo histórico tem do Éden.

a ) o m i t o d o É d e n c o m o il u s ã o é d e s t r u t i v o

 A ilusão do Éden está ligada ao caráter destrutivo do ensino da teologia histórica do cristianismo. Stolyarov (61)diz que:

muitas culturas ocidentais e não-ocidentais igualmente estão contaminadas pela ideia altamente perigosa com consequências destrutivas - a ideia da “Queda” do homem de algum estado mais elevado - um Éden, se você prefere assim. Diferentes grupos sustentando esta ideia dão a ela diferentes encarnações, mas as implicações são as mesmas. O mito da Queda é prejudicial para o florescimento, melhora e ambição humana; ela suprime tentativas de encontrar soluções criativas para os problemas terríveis que têm infestado a raça humana desde o princípio.(62)

O mito da queda impõe sobre os homens obstáculos intransponíveis para o progresso de muitos indivíduos e da sociedade como um todo.

 b ) o  m i t o  d o  É d e n  c o m o  il u s ã o  é  f a l s o

 A ilusão do Éden está vinculada à sua falsidade. Nunca houve um tempo em que o homem tenha vivido num estado melhor do que o estado em que vivemos. “Mas, além de ser destrutivo, o mito do Éden é simplesmente falso. Nunca houve o estado ‘melhor’ do qual os seres humanos tenham se ‘rebaixado’.”*"^ Por essas razões, a ideia do Éden descrito nas tradi­ ções cristãs deve ser abandonada porque é uma ilusão. Segundo Stolyarov II, a presente humanidade é muito melhor do que a humanidade passada em virtude do desenvolvimento tecnológico, mas ele reconhece que “a humanidade está ainda num estado de barbarismo geral - incapaz de descobrir caminhos que evitem que indivíduos morram e impeçam que sistemas humanos sociais e polí­ ticos se degenerem em tirania e caos.

O pessimismo do autor chega ao ponto do desespero porque ele crê no Éden como ilusão e não vê nenhuma saída para a felicidade humana em outra coisa que não a própria tecnologia. O Éden mitico (em que os cristãos creem) sugere que há uma garantia de felicidade e justiça para os seres humanos, mas Stolyarov rejeita essa garantia existente na esperança bíblica. Para ele, não há garantia nenhuma no conceito bíblico ou conservador do Éden. Para Stolyarov, não existe esperança de um equilíbrio cósmico que traga harmonia ao mundo. O seu humanismo é a única resposta: “Não há nada que sugira qualquer garantia dada aos seres humanos com respeito a qualquer coisa relativa á sobrevivência, alegria ou realização deles. Não há nenhuma justiça e nenhum equilíbrio cósmico. Ao contrário, qualquer justiça que as pessoas desejam obter, elas devem criar as condições para isso.” O conceito de esperança na tecnologia ou no humanismo de Stolyarov nunca acontecerá, porque o problema humano ê maior do que os problemas sociais, políticos ou económicos. Nunca um sistema, por mais desenvolvido que seja tecnologicamente, tocará os problemas mais profundos da raça humana. O problema humano está enraizado numa esfera mais profunda do homem, que somente o seu Criador e Redentor poderá solucionar. Portanto, a esperança cristã é a única existente neste mundo para que, um dia, a paz e a plena harmonia na criação venham a existir novamente.

 5. A afirmação da queda como mito 
O que são mitos? 

Mitos são frequentemente usados para explicar o mundo e os eventos principais que, na época, as pessoas não eram capazes de entender - terremotos, dilúvios, erupções vulcânicas, o levante e o poente do sol, a doença e a morte. Muitos dos mitos relativos a tais eventos têm sobrevivido por um tempo muito longo, algumas vezes por milhares de anos, e é somente em tempos recentes que temos começado a entender por que algumas dessas coisas acontecem.(66)

Os mitos são geralmente considerados como histórias tradicionais que possuem muita importância para a forma­ ção da mentalidade de um povo. No campo da teologia, a ideia de mito não é muito diferente. A teologia cristã, segundo alguns teólogos liberais, foi formada com base em eventos mitológicos que vieram criar uma grande tradição milenar, como o mito da queda no Éden. No uso popular, a palavra “mito” pode implicar simplesmente fantasia. Não é assim que devemos entender o mito da queda ou mesmo da pessoa de Cristo no pensamento teológico. Para os defensores da queda como mito, a queda não se trata de uma fantasia, mas de uma verdade criada pelo imaginário de homens sérios que tentaram produzir verdades para nortear o povo de Deus através de histórias tradicionais em sua importância. Todavia, os críticos dos liberais não podem ser ingê­ nuos em afirmar a total inverdade de um mito. Eles devem ser cuidadosos 

"a respeito de usar “mito” como significando “história inverossímil” numa classe de mitologia, teologia ou literatura, onde os professores podem ficar muito melindrados a respeito de insistir que a verdadeira importância de um mito repousa não em sua realidade, mas em seu significado para a cultura que o produz ou o adota."(67)

Embora devamos ser cuidadosos, como a citação sugere, temos de admitir e enfatizar que, para a teologia liberal, o significado de mito é muito mais importante do que sua possível veracidade. Há muitos teólogos e historiadores da religião hoje que negam a queda como um fato histórico num lugar real, que foi o habitat original do homem. Nesta parte do livro vou me limitar a alguns que são defensores das coisas do Éden como mitos, e mitos com significados diferentes. 




Extraído:Campos, Heber Carlos de O habitat humano : o paraíso perdido / Heber Carlos de Campos, - São Paulo ; Hagnos, 2012,pág.118-132

NOTAS:

37 Durante o século 19, a teologia liberal teve seus fundamentos no pensamento de homens como F. C. Baur, David F. Strauss, Albrecht RitschI, Adolf von Harnack, os quais negaram a sobrenaturalidade dos eventos reveladores de Deus e os consideraram como mitos, retirando deles toda a sua historicidade.
38 Artigo Myths and Legends, sem a menção de autor, http://myths.e2bn.org/ about/info272-what-are-myths-legends-and-folktaies.html. 39 Word Reference.com - Language Foruns, http://forum.wordreference. com/showthread.php?t=550373. 40 Trecho de uma carta de Karl Barth, de 18 de fevereiro de 1965, à sua sobrinha Christine, http://www.spectrummagazine.org/node/1733.
41 Robert B. Strimple, Was Adam an Historical Person? And What Difference Does it Make? (publicado originalmente no Christian Renewal, 20 de junho de 1989). Este artigo se encontra nos/fe http://www.wscal.edu/faculty/wscwritings/ wasadamhistorical.php.
42 Daniel L. Akin, A Theology for the Church, Fort Worth, TX: B&H Academic, 2007, p. 442. 43 Karl Barth, Church Dogmatics (Edimburgo: T&T Clark, 1956, 4/1, p.508). 44 Daniel L. Akin, A Theology for the Church, 442. Akin retirou essa ideia de Karl Barth, Church Dogmatics (Edimburgo: T&T Clark, 1956, 4/1, p.508)
45 Daniel L. Akin, A Theology for the Church, 442-43. 46 Robert B. Strimple, Was Adam an Historical Person? And What Difference Does it Make ? 47 Robert B. Strimple, em Was Adam an Historical Person? And What Difference Does it Make? A expressão "built in" pode significar "embutido" ou mesmo "original de fábrica", o que combina com a teologia de Barth, que diz que a pecaminosidade tem a ver com o fato de o homem ser finito. Logo, o homem foi feito finito e, portanto, o pecado é um defeito de fabricação.
48 Robert B. Strimple, Was Adam an Historical Person? And What Difference Does it Make? 49 Artigo sobre Myths and Legends, sem a menção de autor, iittp://mytins. e2bn.org/about/info272-what-are-myths-legends-and-folktales.html. 50 ibid.
53 Charles Fillmore, Dynamics for Living-Adam and Eve, 255, http;// websyte.com/unity/DYLS22.HTM. 54 Ibid.
60 Artigo sobre Genesis 3 -Analysis of the text, http;//www. religioustolerance.org/sin_gene.htm. 61 G. Stolyarov II é estatístico, novelista de ficção científica, ensaísta filosófico independente, poeta, matemático amador, compositor e editor chefe do The Rational Argumentator, uma revista patrocinadora dos princípios da razão, dos direitos e do progresso.
62 Gennady Stolyarov II, Eden is an illusion, http://www.quebecoislibre. org/09/090415-13.htm. 63 Ibid. 64 Ibid.
66 Artigo Myths and Legends, sem a menção de autor, http://mytiis.e2bn.
org/about/info272-what-are-myths-iegends-and-foil<tales.html.
67 Ver Legend/Myth, sem menção de autor, no site http://www.wsu. edu/~brians/errors/legend.html.


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