"Mais uma vez o presbitério testifica contra e condena esse princípio, de que o povo cristão de Deus deve dar reconhecimento explícito, e sujeição implícita e obediência a qualquer que seja a autoridade civil (das mais perversas e ilegais), que o Senhor na sua santa providência, com o proposito de efetuar um julgamento e punição de sua igreja, permitiu, deixando então um povo pérfido constituir e configurar [um governo], sem levar em conta o preceito de Sua palavra. E vamos rejeitar qualquer que seja a oposição aos princípios pactuados da Igreja da Escócia, seja a oposição que com aquela "justiça", e em sua própria natureza implica um reconhecimento voluntário e real da licitude do título e autoridade de um governo antibíblico, anti-pactual e Erastiano, constituído sobre as ruínas da nossa reforma pactual e bíblica. Particularmente, eu testemunho contra a oração para o sucesso e prosperidade de tal (governo) que faz oposição declarada ao Senhor e seu Ungido, e aqui testemunho contra também qualquer forma de implicar em uma homologação do seu título (desse mesmo governo) como lícito, por meio de juramentos de fidelidade e lealdade a tal, e aceitando qualquer de seus oficios, para executar estes no nome e sob a autoridade deles, [rejeitamos] associações militares com tais, e um alistamento voluntário sob a sua bandeira, e a luta por seu apoio e criação [...]"
The Act, Declaration and Testimony of 1761 - p.160-161
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