
Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade (Provérbios 5.18).
O sexo tem sido banalizado em nossa geração. Ao usá-lo como matéria de propaganda, a sociedade secularizada o coisifica, o degrada e o avilta. Vivemos numa sociedade decadente, promíscua, que não apenas tolera a impureza, mas promove a promiscuidade. Tanto a mídia televisiva como o cinema se renderam à pressão da sexolatria. Nossa geração perdeu o recado e a decência. Não há mais pudor. A indecência é aplaudida como virtude. Precisamos anunciar, porém, que o sexo não é pecado. O sexo é bom. Deus criou o homem e a mulher. Criou-os com a capacidade de dar e sentir prazer. O sexo puro, santo, e deleitoso. Porém, o sexo antes do casamento é fornicação (1 Tessalonicenses 4.3-9), e aqueles que o praticam estão sob o julgamento divino. O sexo fora do casamento é adultério, e só aqueles que querem se destruir cometem tal loucura (Provérbios 6.32). O sexo antinatural, como o homossexualismo, o lesbianismo, o sadismo e o masoquismo, é veementemente condenado pelos preceitos divinos (Romanos 1.24-28). Porém, o sexo no casamento é ordenança divina (1 Coríntios 7.5). A relação sexual entre marido e mulher deve ocorrer dentro do contexto de fidelidade e pureza (Hebreus 13.4). Aqueles que vivem de acordo com os preceitos de Deus são mais felizes nesta área do que aqueles que se entregam a tresloucadas aventuras. A santidade sexual é o caminho da felicidade conjugal.
Hernandes Dias. Gotas de Alegria para a Alma/ Hernandes Dias Lopes - São Paulo: Editora Hagnos, p.336, 2013.
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