
Enquanto prosseguia em seus estudos teológicos e médicos, o jovem Paton continuava a ouvir o lamento dos pagãos perecendo nos Mares do Sul. Por dois anos, a Igreja da qual ele era membro, a Igreja Presbiteriana Reformada da Escócia, vinha pedindo por um missionário que fosse às Novas Hébridas para se juntar ao Rev. John Inglis em seu trabalho naquele lugar cheio de trevas. Quando Paton ofereceu-se para esta missão, o Dr. Bates, secretário do Comitê de Missões aos Pagãos, chorou de alegria.
Quase todos pensaram que era muito tolo um jovem promissor ir viver entre os desumanos nativos cruéis das ilhas do sul do Pacífico. Um velho homem exclamou:
- “Os canibais! Você vai ser devorado pelos canibais!”
O jovem nomeado a missionário respondeu:
- “Mr. Dixon, o senhor já está com uma idade avançada e sua própria perspectiva é em breve ser colocado no túmulo para ser comido pelos vermes. Confesso ao senhor que se eu puder apenas viver e morrer servindo e honrando ao Senhor Jesus, não fará nenhuma diferença para mim se o meu corpo será comido por canibais ou por vermes.”
No dia dezesseis de abril de 1858, John G. Paton, acompanhado por sua esposa e pelo Sr. Joseph Copeland, disse adeus à formosa Escócia e partiu para o Sul do Pacífico. Em seu coração, uma canção continuamente entoava, e seu refrão, muitas vezes repetido, era: “Eis que Eu estou convosco até o fim”.
“Eu entreguei o meu futuro ao Senhor Deus de meu pai, certo de que em meu próprio coração eu estava ansioso para servir e seguir o bendito Salvador.”
Eugene M. Harrison.
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